O video relata que o professor tem o papel de transformar a informação em conhecimento,mais isso não é tão simples quando estamos acostumado com uma educação em que o professor transmite o conhecimento e o aluno recebe. como um receptor, sem poder questionar tal conhecimento.Porém o educador não deve se restrigir em um conceito que já está ultrapassado, pois com as novas tecnologias em massa, ele tem uma nova maneira de transformar sua educação em informação e o educando tem o papel de transformar a mesma em conhecimento.Mas na realidade o professor ressiste as novas tecnologias, porque elas transmitem melhor que ele? Claro que não!
sem o conhecimeto do professor os computadores não tem utilização são meros objetos. Mais é necessário formação continuada para os educadores apreendam a lidar com tais tecnologias.Entretanto a utilizaçao dessas novas tecnologias leva o educador a refletir sua postura dentro da sala de aula.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Quem tem medo de Computador?
Atividade de prática pedagógica: Lendo e Produzindo texto com o BrOffice Writer, a partir do texto :Quem tem medo de computador?
O papel do educador é fundamental no contexto das novas tecnologias,pois através dos computadores eles poderão fazer relatos de aulas, postagem de figuras de acordo com o tema estudado, etc.
As novas tecnologias pode modificar a relação entre o professor e o aluno, através dos e-mails, blogs,chats. Transformando sua maneira de transmitir sua informação em sala de aula, utilizando o e-mail para enviar trabalhos, apostilas, respostas de atividade facilitando o dialogo entre aluno e educador. Entre tando o conhecimento que tenho construído juntamente com meus colegas do NTE e minhas professoras Anilza e Maria do Carmo, me fez refletir o meu conceito como educadora, pois sei que o meu papel não é só transmitir conhecimento, mas sim transmitir informação e levar o aluno a transformar a informação em conhecimento.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Violência nas Escolas
- Violência nas escolas
- Nos últimos anos, a violência tem sido experimentada também como um problema educacional, seja por sua emergência dentro da própria comunidade escolar, violência na escola. Entretanto o objetivo dessa pesquisa é desenvolver ações de promoção e garantia de direitos, especialmente de combate à violência e de valorização da vida.
- Os adolescentes vivem em grupo e se não for orientado, este grupo se transforma em gangue. Infelizmente, a escola se tornou um espaço para a transformação do grupo saudável em gangue porque não há atividades para o adolescente fazer e aparecer na escola. A única atividade é se sentar e copiar, em espaço fechado, com dezenas de alunos. Ninguém agüenta uma atividade dessas, por muitas horas e a reação é a indisciplina, a agressão, a crueldade, a tortura, a violência, a depredação.
- Agora, para que os grupos de adolescentes não se transformem em gangues nas escolas, é necessário ter projetos de grupo, com atividades competitivas, semanais, para a Escola. Estas atividades são, por exemplo: festivais de músicas, de poesias, artes plásticas, teatro, artes visuais, apresentação de redações, festas juninas, brincadeiras entre salas, piquenique, gincanas, campeonatos esportivos, festas etc., com grêmios estudantis funcionando e atuantes.
- Mas, com um detalhe fundamental: as regras para estas atividades devem ser construídas pelos adolescentes e, nunca, jamais, pelos adultos. Quando o adulto diz como deve ser feito, os adolescentes reagem, não aceitam, não se empenham, fazem por fazer, porque são obrigados. O único papel do adulto é incentivar, acompanhar, orientar e nunca determinar como deve ser.
- Na educação hoje não há uma política de grupo para os adolescentes aparecerem. Onde há ausências de políticas públicas e educacionais para a escola, há violência. Para combater as gangues, a escola pública está sendo acompanhada pela polícia. A educação passou a ser discutida por delegados e não mais por pais, mães e responsáveis, nem por artistas, poetas, músicos, escritores, bibliotecários, pedagogos, filósofos, professores, mestres e doutores em educação. Mas não é culpa das famílias, nem dos adolescentes, nem de professores, diretores e policiais.
- O centro da política educacional hoje é não reprovar aluno, é manter o aluno na sala de aula, não dar notas vermelhas, é o professor não faltar, não ficar estressado, nem doente. As consequências dessa política levaram a população a descobrir que não precisa da escola para progredir na vida, mas precisa do diploma. Para ela, a escola se tornou em órgão expedidor de diplomas, perdendo sua função de ensino-aprendizagem. O analfabetismo funcional é uma das provas disso.
- Com urgência, precisam-se ter políticas educacionais competitivas para os adolescentes e para a Escola. É dever do Estado e não de escolas isoladas ou de diretores e professores, como acontece hoje.
Quem sou eu
Vera Lopes de mello tenho 23 anos, solteira, nascida em Cametá uma pequena cidade do interior do Pará, estudante de licenciatura em Química da Universidade Federal do Pará. Minha família é toda de professores e sempre tive o apoio de minha mãe para o mundo do conhecimento, o qual foi essencial para despertar em minha vida a grande busca pelo saber. Atualmente sou estagiária em um programa do Governo Federal vinculado a UFPA, chamado de Sistema de monitoramento e Avaliação-ProJovem Urbano, onde atuo juntamente com os supervisores nos municípios de toda região norte do Pará, no estado do Amapá. Esse programa é destinado para jovens de dezoito à vinte nove anos que certifica o aluno com o ensino fundamental. Portanto tenho um grande sonho que é lecionar o ensino da química com qualidade voltado para o cotidiano do aluno fazendo despertar nele seu interesse pelo fantástico mundo químico. Sou idealizadora e sei que a busca por tal mudança na educação não é tão fácil, mas como professora irei fazer a diferença na sala se aula e por onde eu passar. Por tanto optei em fazer o curso de introdução à educação digital, pois acredito que quanto maior o conhecimento melhor é a qualidade do ensino.
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